

De jornais a redes sociais, monitoramos tudo o que importa para você, transformando dados em insights valiosos.

Diferenciais que fazem a diferença no seu dia a dia.
Monitoramos todos os meios de comunicação para garantir que você tenha acesso a todas as informações relevantes.
Nossa equipe qualificada assegura que cada dado coletado seja preciso e confiável, oferecendo insights de alta qualidade.
Estamos sempre à frente, utilizando as melhores tecnologias para atender às necessidades dinâmicas do mercado.
INFORME PUBLICITÁRIO


O Governo do Estado diplomou mais cinco mestres da cultura popular de Sergipe, selecionados por meio de edital público, ampliando o grupo de Patrimônios Vivos para 15 e reconhecendo trajetórias marcadas pela preservação e transmissão de saberes tradicionais.
A cerimônia, realizada no final de março, reuniu expressões diversas da cultura sergipana, do ofício das parteiras às manifestações festivas e ao artesanato, reafirmando a força de práticas que atravessam gerações. Com a titulação, os mestres passam a contar com apoio para manter vivas suas atividades e ampliar o alcance de seus conhecimentos.
Entre os contemplados está Josefa Maria da Silva Santos, a Zefa da Guia, parteira e rezadeira de Poço Redondo, que recebeu o reconhecimento com emoção. “Nunca esperava e, agora, consegui. Fiquei honrada. Me sinto feliz, amparada. Foi uma surpresa, mas para Deus nada é impossível”, afirmou.
Também diplomado, o escultor Cícero José dos Santos, conhecido como Véio, destacou a importância do reconhecimento para quem vive da arte. “Nós, artistas, sempre enfrentamos dificuldades e hoje encontramos essa forma de reconhecimento. É muito importante para a cultura sergipana”, disse.
Novos mestres
Completam a lista Antônio dos Santos, o Mestre Sabau, do Reisado Maribondo de Pirambu; José Ronaldo de Menezes, o Mestre Zé Rolinha, da Chegança Almirante Tamandaré, de Laranjeiras; e Alzira Alves Santos, a Alzira Rendeira, referência da renda irlandesa de Divina Pastora. Cada um deles carrega histórias que ajudam a contar a identidade cultural do estado.
Instituída por lei estadual nº 9.118, a chamada ‘Lei dos Mestres’ tem como finalidade assegurar a continuidade dos saberes tradicionais, incentivando a participação dos mestres em processos de ensino-aprendizagem e garantindo a preservação da cultura sergipana. A seleção ocorreu por meio de chamamento público, que avaliou a atuação e a contribuição dos candidatos para a preservação das tradições.
INFORME PUBLICITÁRIO

Com 60 dias de programação diversificada e valorização de artistas locais, os festejos em Sergipe estão consolidados nacionalmente
Com uma programação robusta, divulgada no início de abril pelo Governo do Estado, o Ciclo Junino 2026 marca a consolidação de Sergipe como um dos principais destinos nordestinos no período junino, ao mesmo tempo em que fortalece a economia e valoriza a identidade cultural sergipana. Ao longo de 60 dias de programação contínua, diferentes regiões entram no circuito, com destaque para a Orla da Atalaia, em Aracaju, que recebe o Arraiá do Povo e a tradicional Vila do Forró, reunindo artistas sergipanos, atrações nacionais, quadrilhas juninas e diversas manifestações culturais.
O calendário inclui eventos estruturantes com datas previamente definidas, como o Concurso Rei e Rainha do País do Forró, a Segundona do Turista e os concursos de quadrilhas Arranca Unha e Gonzagão, o que amplia a competitividade de Sergipe no cenário nacional e facilita o planejamento do trade turístico e dos visitantes. Entre os principais destaques estão o Arraiá do Povo, realizado de 29 de maio a 28 de junho, e a Vila do Forró, que segue até 26 de julho, além do Arrastapé do 18 do Forte, nos dias 12 e 13 de junho, e os concursos de quadrilhas no Gonzagão e no Centro de Criatividade.
Encerrando a programação, o estado mantém o ritmo com o Arrasta Fé, realizado de 10 a 12 de julho, na Orla da Atalaia, e com a novidade deste ano, o evento de encerramento Apaga Fogueira, no dia 26 de julho, na Vila do Forró. Mais do que uma celebração cultural, o Ciclo Junino se consolida como um importante vetor econômico, impulsionando setores como hotelaria, gastronomia, transporte e comércio, com geração de emprego e renda em todo o estado, ao mesmo tempo em que reafirma a força das tradições que atravessam gerações.

Diversidade e valorização
A programação do Ciclo Junino 2026 evidencia a diversidade cultural de Sergipe, abrindo espaço para o forró tradicional e também para novas expressões que dialogam com diferentes públicos. A forte presença de artistas sergipanos reforça o compromisso com a cultura local e impulsiona a produção artística.
Para o cantor Xande Melo, da banda Fogo na Saia, o momento é de celebração. “Fico muito feliz quando chega esse período, por mim era São João o ano todo. E fico ainda mais feliz com o incentivo que o Governo do Estado dá aos artistas sergipanos. Aqui, a prata da casa opera milagres”, considera.
O cantor Pedro Lua enfatiza o valor simbólico do ciclo junino para a identidade sergipana. “Esse período nos molda, a gente se entende mais quando chega o ciclo junino. É algo que faz parte de quem somos”, afirma. Ele também expressa a emoção de se apresentar no Arraiá do Povo. “O palco leva o nome do meu pai, então estar ali mexe com toda a minha história. É uma alegria enorme, mas também uma responsabilidade de entregar o melhor para o público”.
O fortalecimento cultural também passa pela valorização das quadrilhas juninas, que têm recebido investimentos e ampliado seu espaço na programação. A quadrilheira Laiza Leilane Reis destaca a importância do incentivo, especialmente para quem está começando. “Isso dá muita esperança para a gente, porque quanto mais concursos, mais incentivo. A gente ensaia seis meses, então quando tem mais oportunidades, vê que está valendo a pena”, salienta.